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Saúde e bem-estar de consumidores: o que isso significa para marcas em 2021

Saúde e bem-estar de consumidores: o que isso significa para marcas em 2021

Novas pesquisas sobre onde consumidoras focarão suas energias (e suas carteiras) e o que isso significa para as marcas de consumo

Pela maioria das observações, o sentimento de pessoas consumidoras com relação a saúde e bem-estar se voltou para o conforto pessoal e o consumo criativo nos últimos 12 meses. Desde pães caseiros até os chamados “quarantinis” e uma explosão de roupas para home office, as pessoas parecem ter aceito um mundo em que os moletons reinam e mimos exagerados são a nova dieta.

Mas isso é só na superfície. De acordo com nossa pesquisa do SurveyMonkey Audience de 2021 com 1.606 adultos nos Estados Unidos, as pessoas consumidoras têm prestado muito mais atenção na própria saúde e bem-estar do que suas contas de redes sociais fazem parecer. Veja o que descobrimos.

1. Progresso positivo (praticamente) vence os sentimentos negativos

Depois de um ano de volatilidade e lockdowns em que as pessoas tiveram de se privar de suas rotinas de fitness e alimentação, tivemos curiosidade sobre os hábitos de saúde delas. Por isso, pedimos para nos darem insights sobre o que sentem, como se comportam e como são seus hábitos de consumo referentes a saúde. 

Nos surpreendemos, pois a grande maioria das consumidoras acha que suas vidas são saudáveis, de modo geral.

82% das consumidoras dizem que seu estilo de vida é pelo menos um pouco saudável

Um terço das pessoas disse ter um estilo de vida muito ou extremamente saudável. 

No entanto, quando perguntamos como a pandemia afetou como elas cuidam da saúde, as pessoas ficaram divididas sobre ser uma motivação, uma desculpa ou uma maratona.   

  • 43% disseram que usaram a pandemia como motivo para melhorar seus hábitos de saúde
  • 12% disseram que a usaram como desculpa para descuidar da saúde

Dieta e fitness foram as principais preocupações para as pessoas entrevistadas, com mais de um terço delas dizendo que estavam se exercitando mais e comendo melhor do que há três meses. 

Um terço das pessoas estava se exercitando mais e 34% estavam comendo melhor do que há três meses

Além disso, um número surpreendente de pessoas está aberto a pegar atalhos: quando perguntamos se fariam exercícios pesados ou um procedimento médico para melhorar a saúde, 23% delas votaram pelo procedimento.  

Vamos mais a fundo: usamos tabulações cruzadas para entendermos os atributos desses pensadores “mais saudáveis”. Pessoas com menos de 24 anos têm a mais alta confiança em seu estilo de vida saudável, com 46% dizendo ser muito ou extremamente saudáveis, em comparação a 43% das pessoas com 75 anos ou mais, o segundo grupo mais alto. 

2.  As intenções são boas, embora a motivação e a disciplina ainda precisem aumentar 

Uma coisa não mudou depois de um ano de moletons e leggings: as pessoas ainda estabelecem metas altas de perda de peso e têm boas intenções de mudar seus hábitos alimentares para chegarem lá.

Mais da metade delas (57%) disse que há alta probabilidade de alterarem a dieta nos próximos 12 meses para perderem peso

No entanto, elas têm dificuldades com a dieta por vários motivos; de disciplina a custo. De acordo com a nossa pesquisa, estes são os três principais motivos pelos quais elas não estão comendo tão bem:

  1. 33% não conseguem seguir uma dieta saudável
  2. 25% não têm tempo para preparar comida saudável
  3. 22% não conseguem arcar com os custos da comida saudável

Para as pessoas interessadas em começar, estes são os atrativos que podem convencê-las a experimentar um novo produto de perda de peso: 

  1. 43% baixo custo
  2. 42% facilidade de manter o hábito
  3. 30% uma marca confiável

E a linha de marketing menos valiosa para essas pessoas? Fotos de antes e depois, que foram interessantes somente para 12% das pessoas entrevistadas. 

3. As metas de fitness não foram impedidas pela pandemia 

Pode ter sido fácil esconder um corpo fora de forma em 2020, com as chamadas de vídeo no lugar das reuniões e com eventos presenciais sendo cancelados. No entanto, os exercícios em casa foram reinventados durante a pandemia, e o público estava aberto a experimentar uma variedade de opções. De treinos online a relógios e monitores de saúde, quase um terço das respondentes está usando equipamentos de fitness em casa, e mais de 24% está usando aplicativos de exercício físico e acessórios. As principais opções incluem:

  1. 32% usando equipamentos de fitness em casa
  2. 28% usando aplicativos de exercício físico
  3. 24% usando acessórios de fitness ou exercício físico

Por que as pessoas não estão se exercitando tanto quanto deveriam? Entre os principais motivos estão:

  1. 53% não têm motivação para se exercitarem
  2. 35% estão cansadas demais
  3. 29% não conseguem manter uma rotina

A boa notícia para empresas de fitness é que consumidores indicam uma forte intenção de investir em fitness nos próximos três meses. Tomar vitaminas e suplementos está no topo da lista, e uma grande parte delas disse que pretende comprar produtos de fitness em casa ou planos de academia.

Vamos mais a fundo: tivemos curiosidade sobre as diferenças de gênero nos compromissos de fitness das pessoas. Por isso, procuramos dados nas nossas tabulações cruzadas e descobrimos que os homens melhoraram seu condicionamento físico, com 30% dizendo que se exercitam mais agora do que três meses atrás, comparado a 25% das mulheres. 

Mas as mulheres tendem a ter mais disciplina. Em 2021, 38% das mulheres pretendem ter uma alimentação mais saudável, em comparação a 27% dos homens, e 30% pretendem atingir uma meta de perda de peso, comparado a 21% dos homens.

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SAIBA MAIS

Metodologia:

Esse estudo foi conduzido usando o SurveyMonkey Audience entre 7 e 21 de janeiro de 2021 para adquirir uma amostra nacional de 1.606 pessoas adultas nos Estados Unidos. A amostra foi balanceada para idade, gênero e região dos Estados Unidos, de acordo com a Pesquisa da Comunidade Americana do censo.